Cultura

Danças semba e kizomba em seminário entre sábado e domingo na Finlândia

joaquimjose
Ago 30, 2022

O projecto ‘Danças angolanas’, apresenta a essência das danças semba e kizomba em seminário, a realizar entre sábado e domingo, em Helsínquia, na Finlândia.

“O seminário terá duas componentes, teórica e prática, em que será feita uma abordagem sobre a essência cultural, com recurso à história. Na sequência, continuou, serão promovidos debates, e os participantes vão frequentar aulas de danças, em que será o professor”, disse o Jornal de Angola, o bailarino Gabriel Cabinda, mentor do projecto.

O evento terá lugar na escola de dança Azembora, na capital daquele país, e tem já o registo de presença maioritária de cidadãos de várias nacionalidades europeias, durante o qual vão manter contacto com a história do semba e kizomba.

O responsável contou que o seminário integra um plano de actividades em que se juntam palestras e seminários em várias partes do mundo, cuja narrativa será a de transmitir conteúdos sobre a essência das danças angolanas, que visa promover um conhecimento vasto sobre a cultura nacional, o intercâmbio cultural, e estimular o interesse pela gastronomia angolana.

Este seminário antecede a realização, de 11 a 13 de Novembro, em Varsóvia, na Polónia, de um outro sobre a dança kizomba. Os dois eventos servem de antecâmara da II edição do Festival Angolandances, de 28 a 30 de Abril de 2023, em Lisboa.

O seminário arranca no sábado, com uma abordagem baseada na “história de Angola culturalmente” com o prelector Gabriel Cabinda, que é campeão nacional e internacional de dança nas categorias de kizomba e semba com a intenção de “incentivar as pessoas a visitar Angola”.

Por essa razão, vamos tentar apoio para levar professores e alguns jovens bailarinos angolanos e dar a esses a oportunidade de se exibirem e partilhar o seu conhecimento e ajudar naquilo que gostam de fazer.

“Há muito interesse das pessoas em aprender a dançar com os que sabem de facto, sendo que na diáspora existem professores, mas em pequeno número, pois a sua maioria aprendeu a dançar em plataformas de streaming nos vídeos. Vamos, na verdade, ter uma sentada familiar, onde será transmitida informação bastante sobre o semba e a kizomba”, completou.