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Dívidas ocultas: Processo analisa arresto de bens aos arguidos

joaquimjose
Abr 13, 2022

O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo começou, esta terça feira , segundo a Lusa, a analisar o processo de arresto de bens dos 19 arguidos acusados de envolvimento no caso “dívidas ocultas”, que custou ao erário de Moçambique cerca de 2,2 mil milhões de dólares.

No total, estão na lista 59 imóveis, algumas parcelas de terra, viaturas e outros bens, que os arguidos e a sua defesa, vão tentar evitar que sejam arrestados. O antigo director do Sector Económico dos Serviços de Inteligência e Segurança do Estado (SISE), António Carlos do Rosário, é que tem mais bens na lista: são 51 imóveis, entre apartamentos, hotéis e escritórios que podem reverter para o Estado.

Gregório Leão, antigo director-geral do SISE e a esposa, Ângela Leão, têm na lista cinco imóveis, enquanto os restantes 16 arguidos, no geral, poderão perder bens que se resumem apenas a residências.