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INAGBE vai apoiar bolseiros na inserção ao mercado de trabalho

joaquimjose
Set 12, 2022

O Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE) vai desenvolver um programa de apoio à inserção dos formados com bolsas no mercado de trabalho, disse o director-geral da instituição, Milton da Silva Chivela.

Estamos a trabalhar num processo de desburocratização da comunicação, onde queremos uma instituição, não só que apoia a formação de quadros, mas que esteja, igualmente, engajada na inserção do quadro no mercado de trabalho. De resto, o INAGBE, fundado a 8 de Maio de 1980, que se rege pelo Decreto Presidencial nº305/20, de 01 de Dezembro, vai continuar com a missão de materializar a Política Nacional de Apoio aos Estudantes que frequentam uma formação de nível superior, através da concessão de bolsas de estudo internas e externas. As bolsas de estudo internas e externas são estabelecidas pelo Regulamento Geral de Bolsas de Estudo do Subsistema do Ensino Superior, através dos Decretos Presidenciais nº 63/20, de 4 de Março, e 163/22, de 21 de Janeiro”, avançou em entrevista ao Jornal de Angola, o director-geral do INAGBE, Milton da Silva Chivela.

O director-geral, sublinhou que instituição controla, actualmente, um total de 35.246 bolseiros internos e 1.304 externos, e que, durante o quinquénio 2017-2022, pelo menos 12.390 bolseiros externos, dos quais 4.304, já regressaram ao país, depois de concluírem a formação.

“À semelhança de outras Instituições a nível do Governo, o INAGBE está em vias de modernização dos serviços que oferece ao público”, disse.

O senhor está no Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE), desde 2017. Quando chegou, que instituição encontrou?

Eu sou director-geral, desde 17 de Outubro de 2019. Anteriormente, exerci, durante o período 2018/2019, o cargo de director-geral adjunto para as Bolsas Externas. Mas, referir que, entre 2015 e 2018, assumi responsabilidades a nível de chefia de três departamentos no INAGBE. Deixa-me dizer que o INAGBE é um instituto público, com 42 anos, e tem uma força de trabalho diversificada, em termos de tempo de trabalho, idade e nível de formação. Hoje, a instituição tem a missão de criar políticas referentes à formação de quadros que se aproximam ao contexto do país, de oferecer serviços modernizados e eficientes ao público-alvo e de servir como um portal de recrutamento para possíveis empregadores. A par disso, tem a grande missão de ter o controlo de todo o cidadão que beneficia de um apoio social do Governo, no âmbito da formação académica.