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Inquérito de Indicadores Múltiplos de Saúde inicia hoje em todo o país

armandomaquengo
Jul 17, 2023

Um Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) começa a ser realizado, hoje, nas zonas rurais e urbanas do país e termina a 17 de Dezembro, numa parceria entre o Instituto Nacional de Estatística (INE) e o Ministério da Saúde (MINSA) anunciou, ontem, ao JA, uma fonte do INE.

Segundo a fonte, para esta pesquisa foram seleccionados 16.380 agregados familiares em todo o país, cujas questões serão respondidas pelos cidadãos masculinos dos 15 aos 54 anos e femininos (15-49 anos).

“As respostas são confidenciais e nunca serão reveladas. Pois, terão utilidade apenas para fins estatísticos”, esclareceu a fonte para acrescentar que as pessoas que responderem as perguntas estão protegidas pela Lei nº 3/11 (Lei do Sistema Estatístico Nacional), de 14 de Janeiro.

A fonte fez saber que o objectivo é dotar o país de informação de estatística credível e avaliar o Plano Nacional de Desenvolvimento Sanitário (PNDS/2012-2025).

Anunciou que este ano o inquérito tem como principal finalidade a recolha de informações sócio-demográficas sobre Saúde em 16.380 agregados familiares seleccionados em zonas rurais e urbanas do país.

Além desta intenção, a fonte do INE garantiu que vai se cingir, também, sobre a violência doméstica, o empoderamento da mulher, o trabalho infantil, a mortalidade materno-infantil, o planeamento familiar, a nutrição, o HIV, a Hepatite B, a Hipertensão arterial entre outros.

A fonte apelou à adesão dos cidadãos seleccionados nas zonas rurais e urbanas para responderem as perguntas do pessoal do INE, com o propósito de garantir sucesso o IIMS.

Em 2012, foi realizado um IIMS (para o período 2015-2016) e coordenado pelo INE, contou com a colaboração do MINSA e do Ministério do Planeamento e do Desenvolvimento Territorial (MPDT) e a assistência técnica do UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e da ICF, através de The Demographic and Health Surveys Program (The DHS Program) e apoio logístico da Organização Mundial da Saúde.

O inquérito foi financiado pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), através do fundo da Iniciativa do Presidente dos Estados Unidos para o Controlo da Malária (PMI) e do Plano de Emergência do Presidente dos EUA para o Alívio da SIDA (PEPFAR), Banco Mundial, através do Programa de Municipalização da Saúde do Ministério da Saúde, Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) e Governo de Angola.