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Sociólogo pede rigor aos jornalistas na cobertura eleitoral

armandomaquengo
Jul 09, 2022

O sociólogo angolano Paulo de Carvalho encorajou, sexta-feira, em Luanda, os jornalistas a exercerem com rigor e isenção o seu trabalho durante a cobertura das eleições gerais de 2022.

Ao falar no acto de encerramento da formação sobre estudos de opinião em ambiente eleitoral: métodos e aplicações, reforçou a necessidade do respeito do princípio da ética e deontologia profissional.

Paulo de Carvalho salientou a importância da credibilidade das sondagens eleitorais dos órgãos de comunicação, sublinhando que nem sempre a imprensa cumpre a sua missão de informar com isenção.

Já o presidente da sétima comissão da Assembleia Nacional, Boaventura Cardoso, disse que as sondagens e inquéritos de opinião são instrumentos absolutamente necessários que abarcam vários aspectos da vida económica e social.

Para tal, prosseguiu, a Assembleia Nacional aprovou um conjunto de diplomas da comunicação social, com destaque para a Lei de Imprensa e a subsequente alteração da Lei Orgânica da Entidade Reguladora da Comunicação social (ERCA).

No que diz respeito às sondagens em matéria eleitoral, a lei em pauta refere que as entidades que realizam sondagens e inquéritos de opinião devem depositar os respectivos relatórios junto da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) e a ERCA.

A formação, que durou cinco dias, foi promovida pelo Centro de Formação de Jornalistas (CEFOJOR).

As eleições gerais, que terão pela primeira vez a participação dos angolanos na diáspora, são as quintas da história de Angola, depois de 1992, 2008, 2012 e 2017.

Angop